quarta-feira, 22 de maio de 2013

Pés quentinhos neste inverno!

O frio já mostrou que vêm com tudo neste inverno.

Depois de um banho bem quentinho seu bebê precisa que seus pezinhos fiquem bem quentinhos!

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terça-feira, 7 de maio de 2013

A função das naninhas


A função das naninhas



Paninhos, bichinhos de pelúcia, brinquedos, cobertores e até travesseiros são objetos transicionais que deixam as crianças mais seguras na hora de dormir

É hora de dormir. Bebê deitado, fralda colocada, ambiente tranquilo. Depois da historinha, a criança sonolenta parece calma e pronta para pegar no sono. Tudo perfeito, cama quentinha, luzes apagadas e... o bebê começa a chorar – sinal claro de que a noite está apenas começando!

Se essa cena lhe parece familiar, antes de se desesperar, saiba que seu filho pode estar inseguro, com medo de se separar da mãe. E uma das maneiras mais eficazes de lidar com essa fase de transição é dar a ele um amiguinho de pelúcia, um brinquedinho de tecido, um cobertorzinho macio, uma fraldinha de pano ou até um travesseirinho fofinho. São os chamados objetos transicionais.




Qual escolher?
De acordo com a pediatra Ana Escobar, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, antes de dormir, as crianças gostam de ter, por perto, objetos familiares para segurar. “Eles trazem segurança para o nenê”, ressalta a médica.

Os objetos transicionais simbolizam a figura materna para a criança. Há uma inevitável associação com o colo e o aconchego. Paninhos, cobertores e brinquedos de pano costumam fazer sucesso entre os bebês. Alguns meninos podem escolher objetos mais duros, como um travesseiro ou um bichinho de pelúcia.

Para Maria Eugênia Pesaro, psicóloga da USP e membro do Centro de Atendimento e Pesquisas Lugar de Vida – que trata crianças desde a primeira infância até a adolescência –, os objetos transicionais substituem a presença da mãe na mente da criança.

Ela lembra que essa teoria foi criada pelo psicanalista inglês Donald Winnicott e que, segundo o especialista, mais importante do que o objeto é a experiência da criança com ele. “Ele ajuda o bebê na difícil tarefa de construir sua identidade. São os primeiros estágios de uso da ilusão, uma transição que abre caminho para o desenvolvimento da criatividade e da capacidade de brincar”, aponta Maria Eugênia.

Chupeta é objeto transicional

O fenômeno transicional passa a ser perceptível a partir dos 4 meses de idade. Mas, segundo Ana Escobar, do Instituto da Criança, a chupeta cumpre essa função de transição até o bebê completar 1 ano de idade. “A partir do primeiro ano de vida, os objetos transicionais começam a ser mais importantes. Nessa fase, a criança fica insegura porque tem consciência das coisas, mas sem a clareza racional”, analisa a pediatra.

Apesar da importância dos objetos transicionais, os pais devem observar a forma como seus bebês estão usando seu paninho ou brinquedinho. “O ideal é utilizá-los apenas na hora de dormir. É nesse momento que a criança sabe que ficará sozinha e, por isso, sente-se mais insegura”, destaca Ana Escobar.

Muitos pais relatam que a criança perde um pouco do interesse quando os brinquedos são lavados. Isso ocorre porque os bebês também o reconhecem pelo cheiro. No entanto, a opinião dos especialistas é a de que eles devem, sim, ser lavados sempre que necessário por questões de higiene.

Tem idade para retirar

Não convém deixar a criança usar o objeto durante toda a infância. Com 2 anos de idade, a compreensão das situações fica mais clara para o bebê e é um bom momento para começar a retirar os objetos. “Eles perdem o sentido à medida que a criança desenvolve interesses culturais, como jogar, desenhar e fazer algum esporte”, informa Maria Eugênia.

Para a psicóloga, os objetos devem ser encarados como algo saudável, mas seu uso prolongado – após os 2 anos de idade – pode representar uma dificuldade da criança em passar pelo processo de individualização. “Pode haver a fixação da criança pelo brinquedo”, relata a Maria Eugênia. De acordo com ela, porém, isso não deve ser entendido como um vício semelhante ao que os adultos desenvolvem por outras “muletas”. “Não podemos comparar as crianças aos adultos. Podemos, ao contrário, entender o adulto com base em sua infância”, ela esclarece.

Nem todas as crianças adotam um objeto transicional. Segundo a psicóloga da USP, alguns bebês desenvolvem a capacidade de criar e se individualizar sem, necessariamente, fazer uso de um brinquedo: “O fenômeno transicional geralmente está associado a algo sensorial ou perceptível. Mas a escolha é particular de cada criança. Para algumas, basta a figura da mãe”.
Por Giuliano Agmont

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Dicas de viagens para Mamães

Pois é, mais um feriado se aproxima e você precisa fazer a mala dos pequenos!

Abaixo seguem algumas dicas para as Mamães;


  • Comece a preparar as coisas alguns dias antes de viajar. Vá juntando o que precisa levar à medida que se lembra, e colocando tudo num lugar só. 
  • Leve uma sacola impermeável, resistente e fácil de carregar no dia-a-dia para as coisas do bebê. Às vezes a bolsa de fraldas que você já usa não é a mais adequada para a viagem (ou por ser muito grande, ou por ser muito bonita para enfrentar intempéries e areia, por exemplo).
  • Carregue na bolsa com as coisas do bebê uma camiseta extra para você, para o caso de imprevistos.
  • Embale remédios e produtos como xampu e sabonete líquido dentro de sacos plásticos, para evitar vazamentos.
  • Leve um trocador portátil para o bebê.
  • Mantenha na bolsa um lanchinho de emergência para você, como um pacotinho de castanha de caju ou uma barra de cereal.
  • Não esqueça, além da câmera fotográfica, os cartões de memória ou filmes, além das pilhas e do carregador, se tiver.
  • Leve alguma coisa interessante para ler. O mais provável é que você não tenha muito tempo, mas vai que o bebê resolve tirar uma bela soneca e te dar uma hora de tranquilidade...


segunda-feira, 4 de março de 2013

Ultrassonografia morfológica: entenda mais sobre o exame 3D e 4D

  • O que é a ultrassonografia morfológica?
    Há dois tipos de ultrassonografia que a mulher pode fazer durante a gravidez. A obstetrícia, que avalia o crescimento fetal, a quantidade de líquido amniótico e a localização da placenta, por exemplo, e a morfológica. De acordo com o médico Sebastião Zanforlin Filho, é neste exame que a mãe consegue visualizar a anatomia do feto e o médico avalia sinais que se relacionam à probabilidade do feto ser portador de doenças graves ou possuir defeitos cardíacos.
  • 2
    Quando fazer a ultrassonografia?
    A primeira ultrassonografia a mãe nunca esquece. E de acordo com Sebastião, O ideal é que o primeiro exame seja realizado bem no início da gravidez. "Mas para se identificar o embrião e seu batimento cardíaco seriam necessárias de 6,5 a 7 semanas, a contar da data da última menstruação", explica Sebastião. Isso significa que na 6ª semana, o embrião é ainda muito pequeno e pode não ser visto direito. "A atividade cardíaca do feto também, provavelmente, não será detectada", explica.
  • 3
    Em quais semanas devo fazer a ultrassonografia e quais doenças podem ser detectadas?
    Entre a 12ª e a 14ª semanas, o médico consegue visualizar na ultrassonografia se o feto tem doeças graves, como a Síndrome de Down e doeças cardíacas. "É nesta fase também que são detectados os casos de maior risco para desenvolver hipertensões arteriais severas (pré-eclampsia). Com 20 a 22 semanas, repetimos o ultrassom morfológico para detectar quase 90% das anomalias fetais, além de se verificar o colo uterino para pesquisa de risco de parto prematuro", explica.

    Com 32 a 36 semanas, a ultrassonografia obstétrica pode revelar se o crescimento e a vitalidade do bebê estão normais. É neste exame que os médicos apontam se a gestação é de risco, com futuras complicações obstétricas, e se as mães precisarão de acompanhamento mais frequente.
  • 4
    Qual é a diferença entre o ultrassom 3D e o 4D?
    De acordo com Sebastião Zanforlin Filho, o ultrassom 3D é diferente da ultrassonografia comum, que mostra uma fatia do feto. "O exame tridimensional usa o aparelho que capta várias fatias. Essas várias fatias, no computador, permitem ver a imagem por fora do bebê. Já com o ultrassom 4D, a imagem tridiomensional é feita em sequências muito rápidas. Se o bebê faz um movimento, dá para enxergar o movimento. Ou seja, é o 3D mais o tempo", explica.

    "Assim, os pais podem conhecer os traços do filho antes mesmo de ele nascer. Dá para ver os olhinhos, nariz, boca e até arriscar se ele se parece mais com o pai ou com a mãe. O que difere essas técnicas do ultrassom comum é a forma com que o parelho dividirá e mostrará as imagens obtidas, pois no tradicional conseguimos ver somente os ossinhos e órgãos internos do bebê. Nos demais, percebermos a camada de pele que cobre o feto", salienta Domingos Mantelli.
  • 5
    Quanto custa um exame 3D ou 4D?
    Os valores dos exames variam entre R$200 e R$300. E, de acordo com Zanforlin, a maioria dos convênios de saúde ainda não cobre a ultrassonografia 3D e 4D. "Acho muito difícil que venham a liberar estes procedimentos, pois seu maior benefício é imponderável e não necessariamente está relacionado com a minimização de riscos ou melhoria objetiva do estado de saúde", explica.
  • 6
    Quanto tempo demora o ultrassom? Preciso me preparar antes?
    "Os exames demoram o mesmo tempo de um ultrassom normal e não existe diferença na execução dos procedimentos. Para adquirir fotografias ainda melhores é bom que a mamãe tome bastante água antes de fazer o exame", explica Domingos Mantelli. Os exames costumam durar 1h.

Por Bruna Capistrano

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Bolo de Fraldas - Piera's Baby

Uma maneira super legal de presentear no Chá de fraldas.
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