quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Promoção Bolo de fraldas

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O mundo lá fora.......





Nós adoramos acariciar o barrigão, sentir o chute, conversar com o bebê. Mas e do lado de dentro, como será que o feto entende toda essa movimentação? O que se sabe é que eles podem sim perceber os sons e a luz vinda aqui do ‘nosso mundo’ e que é muito importante a mamãe estimular esse contato.

“Muitos estudos mostram que os bebês reagem às vibrações emitidas pelos sons. Talvez eles não possam identificar vozes ou entender músicas, por exemplo, mas com certeza existe essa troca”, diz o ginecologista e obstetra Roberto Cesar Nogueira Júnior, ao contar que os pequeninos começam a perceber a luminosidade por volta dos quatro meses de gestação, mais ou menos no mesmo período em que começam a escutar os ruídos.

Mais perto do nascimento do bebê o contato vai aumentando e é possível que a mãe tenha real noção de que os movimentos e chutes do neném são uma reação aos estímulos feitos por ela, que também aumentam a frequência cardíaca. “Existem exames que nos provam isso. Um exemplo é a cardiotocografia, realizada apenas em mulheres com gravidez de alto risco. Nela, para ouvir melhor o batimento cardíaco do feto, são usados sons muito altos, o que faz com que ele fique mais agitado e permita ouvir o coraçãozinho com exatidão”, explica o médico.

Por isso, os especialistas aconselham que as futuras mamães mantenham contato com o bebê dentro da barriga. Mesmo sem sabermos exatamente como eles veem tudo por lá, é certo que já estão percebendo o que rola por aqui. “Um ambiente de tranquilidade e de carinho já fazem diferença dentro da barriga e a atenção dedicada ao pequeno faz com que mãe e filho já comecem a se entender mesmo antes do nascimento”, finaliza.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Tabela de Incompatibilidade Sanguínea para Gestantes

Trata-se de incompatibilidade do sistema Rh: quando a mãe é do tipo A, B ou AB – Rh negativo e o pai do tipo A, B, AB ou O – Rh positivo. Raramente a incompatibilidade do sistema Rh atinge o primeiro filho (5%), exceto nos casos em que houve sensibilização materna (comum nos casos de hemotransfusão, bem como nos casos de abortamento, gravidez ectópica e doença trofoblástica gestacional – mola hidatiforme, daí a importância de relatar-se estes casos durante a anamnese médica – entrevista de primeira consulta). Os casos mais graves são aqueles em que pacientes tiveram fetos acometidos por doença hemolítica perinatal em gravidez anterior. Todas as pacientes com incompatibilidade do sistema Rh devem ser submetidas no início da gravidez ao teste de Coombs indireto, que avalia a presença de anticorpos anti-Rh na gestante. Nos casos negativos, deve-se repetir o teste na 28ª semana de gestação (ou trimestralmente, caso o obstetra julgue necessário). Permanecendo negativo, atesta-se que a gestante não foi sensibilizada pelo sistema Rh positivo do feto. Ainda assim, a gestante deverá receber imunoglobulina anti-Rh com 28 semanas – 100 a 300 mcg intramuscular e em até 72h após o parto – 300 mcg intramuscular.
Nos casos em que o teste de Coombs indireto for positivo, mas menor que 1:8, deve-se acompanhar a gestante com o teste de Coombs indireto mensalmente. Nos casos de teste de Coombs indireto maior que 1:8 a paciente deve ser submetida à dopplerfluxometria da artéria cerebral média a fim de detectar anemia fetal e eventual necessidade de transfusão fetal intra-útero feita por cordocentese (punção do cordão umbilical guiada por ultrassonografia).
Nos casos de pacientes que já desenvolveram doença hemolítica perinatal em gestação anterior, não é necessário o acompanhamento com o teste de Coombs indireto. Já na 18ª semana de gestação a paciente deve ser submetida à dopplerfluxometria da artéria cerebral média a fim de detectar anemia fetal e eventual necessidade de transfusão fetal intra-útero feita por cordocentese (punção do cordão umbilical guiada por ultrassonografia).
Fonte: Dr. Antonio Rodrigues Braga Neto para o Guia do Bebê.

Participe!!

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O participante que mais conseguir likes leva o prêmio. Mas corra, a promoção é válida por apenas uma semana (05/10/2012)!

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Como prevenir as estrias na gravidez!

Pele bem hidratada ajuda a prevenir estrias durante a gravidez; veja produtos

Principal arma contra as estrias é a prevenção. Uma pele bem hidratada é mais resistente


Durante a gravidez, além de ter preocupações em dobro com a saúde, as futuras mamães ainda têm outra inquietação: o receio do surgimento das estrias. As temidas linhas na pele, que geralmente aparecem na região do abdome, coxas e mamas, costumam surgir quando há ganho repentino de peso, frequente sobretudo na segunda metade da gravidez.  Conforme a gestante aumenta de tamanho, não apenas a superfície da pele estica, mas também ocorrem pequenas rupturas nas camadas mais profundas da pele, por conta das alterações nas fibras de elastina e colágeno. “As mulheres mais afetadas são as mais jovens, com predisposição genética ou aquelas que ganham peso excessivo durante a gestação”, afirma a dermatologista Luciana Macedo de Oliveira, diretora médica da Clinique des Arts.
A principal arma contra as estrias é a prevenção. Para a dermatologista Carolina Marçon, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, o controle do peso e uma boa hidratação da pele durante a gravidez são as melhores estratégias. “A pele bem hidratada é mais resistente e menos suscetível a alterações pelo estiramento”, afirma a dermatologista. “O ideal é usar hidratantes potentes e adequados, de preferência com orientação médica. Mas, mesmo com todos os cuidados, não há garantia de que as estrias não se desenvolverão.”
 Biolab | MaterSkin - O produto proporciona a hidratação da pele e auxilia no tratamento de estrias. Preço sugerido: R$ 64,64. SAC: 0800 724 6522 | www.biolabfarma.com.br. Preço pesquisado em maio de 2012. Sujeito a alterações.
 
O que fazer quando elas aparecem
“A falta de cuidado pode agravar todas essas alterações e dificultar a reversão”, afirma a ginecologista e obstetra Denise Gomes, diretora médica da Plena Clínica. “A maioria das mudanças é reversível até certo ponto, mas depende muito da gravidade”. Caso as estrias já tenham começado a dar as caras, o melhor momento para iniciar o tratamento é logo após o final da amamentação. “Após a lactação, o dermatologista poderá indicar alguns tratamentos de acordo com cada caso, como o uso de ácidos, microdermoabrasão, laser, subcisão”, diz Luciana Macedo de Oliveira.
Há diferença entre os tipos de estrias e suas respostas aos tratamentos que tentam amenizá-las. As que possuem tonalidade esbranquiçada -as mais antigas, com quase um ano- podem melhorar, mas é pouco provável que sumam completamente, pois são cicatrizes já estabelecidas. Já as estrias recentes, que apresentam coloração avermelhada, respondem melhor aos tratamentos disponíveis, mas é importante que a paciente procure um dermatologista logo após o parto. “Nelas, ainda há reação inflamatória para tentar compensar a ruptura. É nesse momento que existem melhores respostas aos tratamentos”, afirma a dermatologista Carolina Marçon.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Sono profundo pode estar associado ao xixi na cama

Sono profundo pode estar associado ao xixi na cama

É o que pretende mostrar estudo que está sendo realizado pelo Hospital das Clínicas (SP) com crianças de 6 a 17 anos

Por Marcela Bourroul

 Shutterstock
Uma nova pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP está estudando mais um fator que pode ajudar a entender a enurese noturna (o famoso xixi na cama): o sono das crianças. Segundo a pediatra Simone Fagundes, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo, existem evidências de que as crianças com mais de 5 anos que perdem o controle da bexiga durante a noite têm um sono muito profundo. “Elas têm dificuldade de acordar. A bexiga enche, mas ela não percebe e continua dormindo”, diz.

O estudo vai envolver crianças e jovens de 6 a 17 anos, que passarão por uma avaliação do sono. Elas também serão atendidas por uma equipe médica multidisciplinar composta por pediatras, neuropediatras, nefropediatra e fisioterapeutas, e receberão o tratamento de acordo com o diagnóstico. Depois que apresentarem melhora, terão seu sono avaliado novamente. Simone acredita que até o final de 2012 já existam resultados da pesquisa.

Segundo os especialistas, fazer xixi na cama até os 5 anos é absolutamente normal, pois nessa idade o organismo ainda está se adaptando. A evolução do problema deve ser observada até os 6 anos, mas, se a enurese persistir, é preciso buscar tratamento.


Entenda a enurese
De acordo com o urologista infantil Amílcar Martins Giron, do Hospital Albert Einstein (SP), existem dois tipos principais de pacientes com enurese, o primário e o secundário. O primário é a criança que ainda não conseguiu controlar seu xixi durante a noite. O secundário é aquele que já desenvolveu o controle, mas voltou a urinar. Esse último geralmente tem fundo emocional, como o nascimento de um irmão, por exemplo.

No caso da enurese primária, são duas as causas principais. Uma é a bexiga pequena, que tem menor capacidade para armazenar o xixi. Quando a criança apresenta essa condição, o tratamento costuma ser feito com um remédio que relaxa (e expande) o órgão. A segunda causa mais comum é a intensa produção de urina, geralmente tratada com hormônio antidiurético. O envolvimento da família nesse processo, apoiando a criança e jamais a punindo pelo xixi, é fundamental para sua melhora.

De acordo com Giron, a grande maioria das crianças com enurese se cura espontaneamente até a adolescência. Porém, é importante tratar os menores para evitar que o problema cause traumas psicológicos durante o desenvolvimento, pois o xixi noturno costuma ter impacto negativo na autoestima. “Algumas crianças ficam mais introspectivas e têm problemas de interação social”, completa Simone.


Dicas para evitar o xixi na cama
- Garanta que a criança tome bastante líquido ao longo do dia, o suficiente para não ter muita sede à noite. A partir do final da tarde, ela deve diminuir o consumo
- Estimule a percepção da criança em relação à bexiga. Durante o dia, deixe ela sentir que está apertada antes de levá-la ao banheiro
- Como é o seu banheiro? A criança precisa ter uma postura adequada para fazer xixi. Se a privada for grande, coloque um redutor de assento e um tablado onde ela possa apoiar os pés
- Observe se o intestino da criança está funcionando bem. Ela deve fazer cocô diariamente. A prisão de ventre também está associada à enurese noturna

Fonte: Simone Fagundes, pediatra e pesquisadora do Instituto da Criança