O outono já esta novamente batendo a nosso porta!
E nossos bebês merecem ter os pezinhos protegidos do frio.
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quinta-feira, 13 de março de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Alimentação após os seis meses!
O bebê atingiu os seis meses de idade e é chegada a hora de iniciar a alimentação com novos alimentos, além do leite. Na hora de esquentar a papinha, alguns cuidados são necessários para que tudo corra bem nessa nova fase do bebê. Confira estas dicas!
Cozinhar a papinha por muito tempo ou requentá-la mais de uma vez, faz com que o alimento perca um pouco do seu valor nutricional, por conta do contato com o calor. Evite!
Para que a papinha seja aquecida por igual, prefira usar o fogão e aquecê-la em banho maria.
Ofereça ao bebê a comida morna, na temperatura aproximada entre 30º e 35ºC. Vale, sim, testar no dorso da mão antes de oferecer à criança.
Se não teve jeito, e a papinha foi esquentada no micro-ondas, misture bem depois de esquentar e teste. Isso porque, no micro-ondas, uma parte da comida pode ficar morna e outra, muito quente.
Use sempre panelas de inox e vidro. As de alumínio podem contaminar acidentalmente o alimento com resíduos do metal, que é tóxico.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
O que fazer para minimizar as cólicas nos bebês
O que fazer para evitar e minimizar as cólicas?
Quando nada acalma o bebê e não há motivo aparente para o choro, como fome, frio, calor, dor, fralda suja, então pode ser cólica. É muito comum os bebês sofrerem com cólicas nos primeiros meses de vida. Em geral, se iniciam nas três primeiras semanas de vida e desaparecem aos quatro meses.
Para evitar cólicas:
- É importante o bebê abocanhar toda a aréola do seio, evitando a entrada de ar. Se o bebê se alimenta com leite artificial, o bico da mamadeira não deve ter um orifício grande demais para não facilitar a entrada de ar;
- É importante ter paciência e tentar procurar uma posição que agrade mais ao bebê. Tente descobrir o que mais o acalma;
- Massagens como Shantala costumam ser grandes aliadas para evitar ou minimizar episódios de cólicas, pois os movimentos abdominais favorecem o peristaltismo. Esfregue suas mãos para aquecê-las e massageie lentamente o abdômen do bebê no sentido horário. De forma preventiva, você pode fazer esses movimentos a cada troca de fraldas;
- A ginástica de esticar e encolher as pernas, como o exercício de pedalar, favorece a eliminação dos gases. Coloque o bebê deitado de barriga para cima, movimente lentamente suas pernas como se ele estivesse pedalando. Esse movimento pode ser realizado diariamente de forma preventiva e minimizadora em crises de cólicas.
- Uma outra opção muito bem vinda é a almofada térmica. Basta esquentar um pouco no microondas e colocar sobre a barriguinha do bebê.
Para comprar um almofada térmica para o seu bebê basta acessar o link abaixo!
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Fonte: Revista Crescer
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Cólicas: testando a paciência das mamães!
Muito comum acontecer de, logo após mamar, o bebê não parar de chorar. Aí, você vai verificar a barriguinha dele, e está dura por causa dos gases. Bate um desespero! São as temidas cólicas que vêm para tirar a tranquilidade do bebê e da mãe.
Pois saiba que isso pode começar a fazer parte da sua vida sempre, principalmente entre a segunda e a quarta semana de vida do bebê. Essas dores costumam acontecer no final da tarde e a duração da crise varia de criança para criança.
Mas pode ficar tranquila que não é nada de sério. As cólicas estão longe de serem uma doença e desaparecem por volta dos 3 meses de vida. Tanto os bebês amamentados no seio quanto os que tomam mamadeira podem sofrer de cólicas, e as causas do problema ainda são desconhecidas. Uma das teorias médicas atribui as dores às dificuldades digestivas devido à imaturidade do sistema digestivo e intestinal ou do sistema nervoso central.
Mas enquanto esse problema não vai embora, algumas alternativas são importantes para serem colocadas em ação na hora da choradeira.
Evite que ele engula ar durante a mamada, prestando atenção no que está fazendo. Não se distraia em conversas e observe se a sucção está sendo feita corretamente, se o bico não escapou da boquinha. Os gases são comprovadamente um dos agentes das cólicas.
Repare também se o bebê não está mal posicionado, permitindo a entrada de ar na boca. O mesmo vale para a mamadeira: não deixe o bebê ficar sugando quando o leite acabar. Faça sempre a criança arrotar após as mamadas, se possível, mais de uma vez.
Na hora da crise, você pode tentar algumas posições para aliviar as dores. Aquecer a barriguinha do bebê também ajuda.
Almofada Térmica
Experimente esquentar uma fralda e deitar o bebê de bruços sobre ela. Uma bolsa de água (não muito quente), embrulhada numa fralda ou numa toalha, também dá bons resultados.
Você pode ainda fazer massagem na barriguinha com óleo de amêndoas ou camomila, ou ginástica, dobrando e esticando as perninhas do bebê para ajudá-lo a soltar os gases. Os remédios só devem ser usados sob orientaçãso médica.
Preste atenção se alguma coisa que você come intensifica as cólicas de seu filho. Certas substâncias podem causar alergias e alterações intestinais em algumas crianças.
O mais importante de tudo isso é que você mantenha a calma, pois quanto mais ansiosa você ficar, mais o bebê vai chorar. Isso tudo faz parte do processo!
Fonte: Revista Crescer
domingo, 8 de dezembro de 2013
O teste de farmácia é confiável?
Até que ponto podemos confiar no teste de farmácia??
Para o teste de farmácia, precisa ser a primeira urina da manhã?
Sempre que o teste for feito precocemente (antes do atraso da menstruação), o ideal é utilizar a primeira urina do dia, pois isso aumenta a chance de detectar a presença do hormônio. Se o teste está sendo feito com a menstruação já atrasada, não é necessário usar a primeira urina.
Pode acontecer de o teste dar positivo e a mulher não estar grávida? E o contrário, dar negativo e ela estar grávida?
A mulher pode produzir o HCG (hormônio da gravidez) durante o ciclo menstrual, mas em concentrações muito baixas, que geralmente não são detectadas pelos testes. Há também alterações hormonais e doenças que levam o corpo a produzir mais HCG. Portanto, quando o teste de urina está positivo, há uma pequena possibilidade da mulher não estar grávida. No caso do resultado negativo, também não é possível confiar 100%, pois nos primeiros dias de gestação a concentração do hormônio pode estar abaixo do detectável pelos testes. Ou seja, você pode estar grávida e o teste não acusar. Vale lembrar que é preciso verificar se o teste de farmáciaestá na validade e garantir que ele está devidamente lacrado e estocado. O contato com a umidade e o calor pode alterar as características do teste e afetar o resultado.
Após quanto tempo a mulher pode repetir o teste de farmácia?
Se o teste veio negativo, a mulher deve esperar pelo menos três dias antes de repeti-lo.
Quais os erros mais comuns que podem comprometer o resultado?
O primeiro erro é não esperar o atraso da menstruação para fazer o teste. Se você tiver uma relação sexual e realizar o teste três ou quatro dias depois, o resultado será negativo de qualquer modo. Outro erro comum é não seguir à risca as instruções da bula, o que pode levar a um resultado equivocado.
Qual a média de preço dos testes de farmácia?
Os preços dos testes de farmácia variam de R$ 10 a R$ 50.
Os mais caros são melhores?
Alguns testes de farmácia mais caros possuem uma sensibilidade maior, ou seja, podem detectar a gravidez mais cedo. Outros tentam associar a dose do hormônio com o tempo de gravidez em semanas. Se o teste for realizado com atraso menstrual, não há grande diferença entre eles.
Fonte: Revista Crescer
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Doenças mais frenquentes no verão - saiba como preveni-las!
O verão esta ai e com ele várias doenças que podem acabar com as férias!
No texto abaixo você irá ler um pouquinho mais sobre elas e saber como preveni-las.
Algumas doenças são consideradas sazonais por serem mais frequentes de acordo com cada estação do ano. No verão, a exposição prolongada ao sol, o consumo de alimentos em locais de lazer e outros fatores podem representar um risco.
Segundo o infectologista do Hospital e Maternidade Brasil, Dr. Munir Akar Ayub, entre os sintomas mais relatados pelos pacientes nesta época estão diarreia, dor de cabeça, dor no corpo, vômito e mal-estar em geral. “Para que isso não aconteça, o indicado é ingerir dois litros de água por dia, tomar banhos em temperatura ambiente e usar roupas leves”, recomenda.
Os alimentos também devem receber atenção especial, pois o calor possibilita a rápida proliferação de bactérias. Eles devem ser bem lavados, de preferência deixando-os por algum tempo em um recipiente com água e algumas gotas de água sanitária. Além disso, o especialista sugere que alimentos gordurosos sejam evitados. “No verão, o certo é consumir alimentos leves e não gordurosos, pois o calor faz com que os produtos estraguem mais rapidamente”, diz.
Saiba quais as principais doenças do verão
Desidratação
A desidratação se caracteriza pela perda de líquidos e sais minerais do corpo, podendo ser agravada por vários fatores inerentes ao verão, como o aumento da própria transpiração. Normalmente, perdemos em média 2,5 litros de água por dia, seja pela urina, pelas fezes, pelo suor ou até mesmo pela respiração.
A pessoa passa a apresentar sede, fica muito tempo sem urinar, com a boca e mucosas secas e olhos ressecados. Como tratamento, o soro caseiro pode ser utilizado a cada 20 minutos ou após cada evacuação, se houver diarreia. Como as crianças são mais suscetíveis à desidratação, fique de olho e mantenha seu filho sempre bem hidratado.
Intoxicação Alimentar
A alimentação feita em locais que não dispõem de padrões de higiene adequados para o preparo ou para a conservação dos alimentos, ou que deixam expostos os alimentos por longos períodos à temperatura ambiente, é a principal causadora de intoxicação alimentar.
Quando uma pessoa ingere um alimento contaminado, pode desenvolver alguns sintomas que variam de acordo com o micro-organismo causador do distúrbio. A intoxicação pode causar diarreia, náuseas, vômitos, febre, cefaleias e até mesmo desidratação grave. Em geral, esses sintomas duram poucos dias, mas é preciso ficar de olho, ainda mais em se tratando de crianças.
Dengue
A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, é uma das mais conhecidas doenças de verão. Quem é picado pelo inseto pode ter febre alta, dores de cabeça, nos músculos e nas articulações, além de perder o apetite, ter náuseas e apresentar manchas vermelhas por todo o corpo, acompanhadas de coceiras. Como os sintomas parecido a uma forte gripe, preste atenção antes de medicar seu filho, neste caso medicamentos à base de ácido acetilsalicílico não são indicados e a melhor opção é ir ao médico.
A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, é uma das mais conhecidas doenças de verão. Quem é picado pelo inseto pode ter febre alta, dores de cabeça, nos músculos e nas articulações, além de perder o apetite, ter náuseas e apresentar manchas vermelhas por todo o corpo, acompanhadas de coceiras. Como os sintomas parecido a uma forte gripe, preste atenção antes de medicar seu filho, neste caso medicamentos à base de ácido acetilsalicílico não são indicados e a melhor opção é ir ao médico.
Hepatite A
Causada por vírus, a hepatite viral do tipo A, que ataca o fígado, é outra doença comum do verão. A pessoa pode levar até um mês para desenvolver os sintomas, tempo suficiente para o vírus atacar as células hepáticas, provocando amarelamento da pele, febre, dores de cabeça e musculares e o aumento do tamanho do fígado. Nem sempre a pessoa apresenta todos esses sintomas, podendo sentir apenas mal-estar ou sinais de gripe. Neste caso, o atendimento médico é fundamental para o diagnóstico.
Dicas para evitar doenças típicas da estação
Evite uma alta exposição ao sol, principalmente no período entre 10h e 16h;
Tome cerca de dois a três litros de água por dia;
Aplique protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição ao sol, repetindo a aplicação a cada duas horas;
Evite banhos prolongados e com água muito quente;
Evite esfregar buchas diariamente na pele, pois pode desencadear um ressecamento;
Passe hidratante no corpo diariamente, de preferência ainda com a pele um pouco úmida;
Dê preferência a alimentos leves, como saladas e carnes grelhadas;
Evite alimentos crus, especialmente peixe.
Consultoria: Dr. Munir Akar Ayub, infectologista do Hospital e Maternidade Brasil
Por Redação Pais & Filhos
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
BROTOEJA
O Verão está ai e com ele as brotoejas que incomodam tanto os nossos bebês!
Abaixo veja as explicações do Dr Drauzio Varella sobre a miliária:
Abaixo veja as explicações do Dr Drauzio Varella sobre a miliária:
"Brotoeja é o nome popular de miliária, uma dermatite inflamatória aguda causada pela obstrução dos dutos excretores das glândulas sudoríparas, o que impede a saída do suor. As lesões aparecem, em geral, no tronco, pescoço, nas axilas e nas dobras de pele, sob a forma de pequenas vesículas, pápulas ou pústulas. Ambientes quentes e úmidos, o excesso de roupas e agasalhos assim como a febre alta favorecem esse tipo de erupção cutânea.
A aparência das lesões varia de acordo com a profundidade em que ocorreu o bloqueio no duto excretor, aquele que o suor percorre para alcançar o lado de fora do corpo. As bolhas podem ser pequenas, transparentes e sem sinal de inflamação (miliária cristalina), quando o bloqueio incidiu num ponto mais superficial da epiderme, ou podem adquirir o aspecto de pápulas vermelhas e inflamadas (miliária rubra), quando ocorreu em região intermediária ou, ainda, de pústulas grandes (miliária profunda ou pustulosa), (quando a interrupação ocorreu na região inicial do duto."
Sintomas
Os principais sintomas da brotoeja são coceira e queimação. Coçar pode favorecer o rompimento das bolhas e o aparecimento de pequenas lesões e crostas no local. Pontos de pus e nódulos são sinais de infecção por bactérias.
Diagnóstico
O diagnóstico clínico considera a aparência das lesões e os sintomas. Em alguns casos, é importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças de pele, como a foliculite (infecção dos folículos pilosos por bactérias) e a hidradenite (inflamação das glândulas sudoríparas apócrinas).
Prevenção
A melhor forma de prevenir a manifestação da miliária é evitar situações que provoquem calor e possam provocar sudorese abundante.
Tratamento
Para ser instituído, o tratamento da brotoeja (miliária) leva em conta as características das lesões, o local onde se instalaram e a idade do paciente. Em crianças pequenas, por exemplo, restringe-se a medidas para refrescar a pele com o objetivo é aliviar o desconforto. Para tanto, é importante manter o ambiente fresco e ventilado, usar roupas leves e aumentar a frequência dos banhos. Loção de calamina também pode ser útil.
No entanto, casos mais graves determinados por infecções secundárias exigem acompanhamento médico e a indicação de medicamentos como corticoides e antibióticos, por exemplo.
Recomendações
* Evite passar cremes, loções e filtros solares gordurosos especialmente nos dias de muito calor;
* Ligue o aparelho de ar condicionado ou ventiladores nos dias muito quentes para evitar a produção excessiva de suor;
* Coloque maisena na água de banho do bebê com erupções na pele. O velho conselho da vovó ajuda a aliviar os sintomas da brotoeja;
* Dê preferência às roupas de algodão que ajudam a absorver o suor;
* Consulte um médico dermatologista ou pediatra se as lesões características da brotoeja apresentarem sinais de infecção.
Fonte:http://drauziovarella.com.br/
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
A Rotina do seu Bebê
Achamos este teste bem interessante!
Acessse o link abaixo, responda as questões e fique sabendo se você consegue realmente organizar a rotina do seu Bebê!
http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/quiz/2013/09/03/voce-conseguiu-estabelecer-uma-rotina-com-seu-bebe.htm
Ter horário para comer, dormir e brincar, entre outras atividades, favorece o desenvolvimento da criança.
Consultoria: Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo
Acessse o link abaixo, responda as questões e fique sabendo se você consegue realmente organizar a rotina do seu Bebê!
http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/quiz/2013/09/03/voce-conseguiu-estabelecer-uma-rotina-com-seu-bebe.htm
Ter horário para comer, dormir e brincar, entre outras atividades, favorece o desenvolvimento da criança.
Consultoria: Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Visita ao recém-nascido
Achei está matéria super interessante e resolvi compartilhar com vocês aqui no Blog!
Como a própria matéria diz, levar um presente para o bebê é muito simpático.
Na Piera's Baby (www.pierasbaby.com.br), você irá encontrar Bouquets de bodies e meias super fofos!! :)
Consultores dão dicas de como agir ao visitar um recém-nascido
Ivonete Lucirio
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
- Se não tiver muita intimidade com a mãe nem com a família, opte pela visita na maternidade
É fácil imaginar inúmeras situações em que se está propenso a cometer uma gafe terrível: na hora de conhecer a sogra, em casamentos, em velórios. Mas você pode fazer isso até nas situações aparentemente mais seguras. A maternidade e a casa de um recém-nascido são palcos para muitas delas. A mais comum e inconveniente é achar que o ambiente é de festa –afinal, está todo mundo feliz– e comportar-se como quem chegou a um bufê infantil, falando alto, beijando todo mundo, sentando em qualquer lugar.
O primeiro cuidado é lembrar-se de que você chegou a um lugar onde há duas pessoas bastante frágeis: o bebê, que passou nove meses protegido dos arroubos de carinho e do entusiasmo desenfreado dos humanos; e a mãe que, no mínimo, está cansada. E mais: pode estar ainda com prisão de ventre, seios doloridos e outros desconfortos que não costumam ser revelados, mas existem.
Você tem duas opções para fazer a visita: na maternidade ou em casa. “É sempre melhor na maternidade. Lá, mãe e bebê estão sob os cuidados de médicos e podem contar com a ajuda da equipe de enfermagem", diz a pediatra Lilian Zaboto, da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Em casa, a mãe estará mais cansada e o bebê exige toda a atenção dos pais nos primeiros dias", diz ela. Tenha atenção a um detalhe: "A recepção não avisa os pais quando há uma visita chegando. Por isso, é sempre bom dar uma ligadinha da recepção e dizer que está subindo para não pegar ninguém de surpresa", diz Silvia Rossi, consultora de boas maneiras, de São Paulo.
Caso você tenha perdido o prazo e não alcance mais a mãe na maternidade –que geralmente fica dois dias, no caso do parto normal, e três dias no da cesárea– resta programar uma ida à casa da família. As visitas devem ser agendadas depois de um mês do nascimento do bebê, quando os pais já estão mais habituados com a nova rotina e a criança já tomou as primeiras vacinas.
"É bom evitar levar outras crianças à visita, principalmente, se elas estiverem doentes ou frequentarem alguma escolinha", diz Lilian. Nesses casos, há o risco de carregarem algum vírus para a mãe ou para o bebê. Se a visita for na maternidade, deve durar 20 minutos. Em casa pode se estender por 40 minutos. Não devem acontecer à noite, quando os pais tentam descansar e habituar o bebê ao ritmo de sono deles. E se você foi à maternidade, não precisa ir à casa também, a menos que seja muito íntimo da família.
A maioria das pessoas não resiste à tentação de pegar o recém-nascido. Até pode, se você perceber que os pais ficam à vontade com isso. É sempre bom pedir a autorização deles, mas nem pense em fazê-lo se o bebê estiver dormindo. “Antes do contato com o recém-nascido, é indispensável lavar muito bem as mãos com água e sabão. E, se tiver disponível, passar álcool em gel também”, orienta a enfermeira neonatal Talita Elci, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.
Etiqueta social não significa regra fixa. Tudo vai depender do grau de intimidade com a família e do quanto você se sente confortável com a situação. Como tudo na vida, vale o bom senso. Leve-o no bolso, cumpra seu papel, pegue a lembrancinha e saia com a sensação de missão cumprida. Antes, porém, leia algumas dicas do que fazer sempre e do que deve ser evitado:
O primeiro cuidado é lembrar-se de que você chegou a um lugar onde há duas pessoas bastante frágeis: o bebê, que passou nove meses protegido dos arroubos de carinho e do entusiasmo desenfreado dos humanos; e a mãe que, no mínimo, está cansada. E mais: pode estar ainda com prisão de ventre, seios doloridos e outros desconfortos que não costumam ser revelados, mas existem.
Você tem duas opções para fazer a visita: na maternidade ou em casa. “É sempre melhor na maternidade. Lá, mãe e bebê estão sob os cuidados de médicos e podem contar com a ajuda da equipe de enfermagem", diz a pediatra Lilian Zaboto, da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Em casa, a mãe estará mais cansada e o bebê exige toda a atenção dos pais nos primeiros dias", diz ela. Tenha atenção a um detalhe: "A recepção não avisa os pais quando há uma visita chegando. Por isso, é sempre bom dar uma ligadinha da recepção e dizer que está subindo para não pegar ninguém de surpresa", diz Silvia Rossi, consultora de boas maneiras, de São Paulo.
Caso você tenha perdido o prazo e não alcance mais a mãe na maternidade –que geralmente fica dois dias, no caso do parto normal, e três dias no da cesárea– resta programar uma ida à casa da família. As visitas devem ser agendadas depois de um mês do nascimento do bebê, quando os pais já estão mais habituados com a nova rotina e a criança já tomou as primeiras vacinas.
"É bom evitar levar outras crianças à visita, principalmente, se elas estiverem doentes ou frequentarem alguma escolinha", diz Lilian. Nesses casos, há o risco de carregarem algum vírus para a mãe ou para o bebê. Se a visita for na maternidade, deve durar 20 minutos. Em casa pode se estender por 40 minutos. Não devem acontecer à noite, quando os pais tentam descansar e habituar o bebê ao ritmo de sono deles. E se você foi à maternidade, não precisa ir à casa também, a menos que seja muito íntimo da família.
A maioria das pessoas não resiste à tentação de pegar o recém-nascido. Até pode, se você perceber que os pais ficam à vontade com isso. É sempre bom pedir a autorização deles, mas nem pense em fazê-lo se o bebê estiver dormindo. “Antes do contato com o recém-nascido, é indispensável lavar muito bem as mãos com água e sabão. E, se tiver disponível, passar álcool em gel também”, orienta a enfermeira neonatal Talita Elci, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.
Etiqueta social não significa regra fixa. Tudo vai depender do grau de intimidade com a família e do quanto você se sente confortável com a situação. Como tudo na vida, vale o bom senso. Leve-o no bolso, cumpra seu papel, pegue a lembrancinha e saia com a sensação de missão cumprida. Antes, porém, leia algumas dicas do que fazer sempre e do que deve ser evitado:
O QUE NÃO
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FAÇA
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É SIMPÁTICO
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Não diga que o bebê está pouco ou muito agasalhado ou critique a mãe (que decidiu usar fralda de pano, por exemplo).
Nunca se convide para almoçar ou jantar na casa dos novos pais. A visita deve ser rápida (cerca de 40 minutos).Não programe a visita se estiver resfriado, com conjuntivite ou qualquer doença contagiosa. Não beije o bebê. Grande parte das doenças é transmitida pela saliva. Também não se sente na cama da mãe. Evite ao máximo falar alto ou comportar-se como se estivesse em um evento social e desligue o celular dentro do quarto do bebê. Não fotografe o bebê com flash. E, mesmo sem, peça autorização aos pais. | Ligue antes para saber se o momento da visita é adequado. Ofereça-se para sair do ambiente quando a mãe for amamentar, seja em casa ou na maternidade. Pode até ser que ela diga que não há problema, mas é bom deixá-la à vontade nesse momento. Leve algum tipo de lembrancinha. Converse sobre amenidades. Esse tipo de visita não é a ocasião para contar sobre seus problemas, lembrar da tia que morreu ou repassar a agenda de trabalho Esteja disposto a ouvir cada detalhe do parto. Foi um momento importante para os pais e é natural que queiram compartilhar a história. Lave suas mãos assim que chegar à maternidade ou na casa. Se possível, use álcool em gel para desinfetá-las. | Levar um presente para a mãe também, além de uma lembrancinhas para o bebê. Até o nascimento do bebê ela era foco de mimos e atenções. De repente, todo mundo só quer saber se ela tem leite. Um pouco de afago vai melhorar o ânimo materno. Se o bebê tiver um irmãozinho, compre uma coisinha qualquer para ele. É difícil para o outro filho entender que só o recém-chegado merece atenção. E não deixe de dar atenção a ele também, claro. Oferecer ajuda para os pais, colocando-se à disposição se eles precisarem de carona para algum lugar ou comprar alguma coisa no meio da noite, é muito simpático. Pergunte aos pais se podem pegar o bebê antes de ir tirando a criança do berço. Retire-se se chegarem outras visitas, para não tumultuar o ambiente. |
O QUE LEVAR PARA A MÃE |
O QUE NÃO LEVAR
| O QUE LEVAR PARA O BEBÊ |
O QUE NÃO LEVAR
|
| Uma bela cesta de frutas. Um porta-retratos. Um livro sobre crianças. Uma camisola com botões na frente para facilitar a amamentação. Um roupão de banho ou um par de pantufas. Uma bijuteria delicada. | Flores, pois podem disparar alergia. Perfumes, pelo mesmo motivo das flores. Chocolate, pois alguns médicos acreditam que algumas substâncias podem passar para o bebê por meio do leite e causar cólicas. Livros com temáticas deprimentes, como os que falam sobre doenças graves ou problemas comuns que os pais têm com crianças. | Roupinhas de um tamanho um pouco maior, pois o enxoval já está feito. Fraldas descartáveis (faça um embrulho bonito e ponha um sachê). Brinquedos adequados para recém-nascidos. Bodies e meias (que são úteis em qualquer estação). | Bichos de pelúcia, que podem provocar alergia. Chupetas e mamadeiras. Os pais é que decidem se o bebê vai usar esse tipo de acessório. Brinquedos barulhentos. Peças de decoração, a menos que você saiba que os pais gostam muito de um objeto específico, pois o quarto já deve estar pronto nesse momento. |
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Assadura no Bebê!!
1. O que é assadura?
É uma reação inflamatória da pele desencadeada pelo contato com substâncias irritantes produzidas por urina e fezes retidas na fralda. Não por acaso, também é conhecida como dermatite de fralda, um problema bastante comum em bebês. Diversas causas contribuem para o desenvolvimento da assadura - caracterizada principalmente por vermelhidão e irritação, que pode evoluir para descamações, erupções e até sangramentos, em casos mais raros. A umidade da fralda suja favorece a absorção das toxinas irritantes a pele do bebê. Já a fricção ajuda a esfolá-la. E tanto a falta da luz solar quanto o calor contribuem para a proliferação de alguns fungos intestinais, que também podem provocar assaduras.
2. Como prevenir?
Evite o uso de lenços umedecidos para limpar o bebê. Prefira água morna e algodão. Pelo menos até os 9 meses, vale a pena deixar uma garrafinha térmica com água e um pote com algodão junto ao trocador. Lenços, somente quando for sair. Os cremes preventivos, a base de óxido de zinco, também são fundamentais para evitá-las, pois funcionam como uma barreira mecânica as substâncias causadoras da irritação. Passe em cada dobrinha sempre que trocar a criança, o que deve acontecer de oito a dez vezes por dia, nos bebês mais novos. Aliás, toda vez que for possível, procure deixar seu filho alguns minutos sem fralda. Se o bebê ainda mama no peito, é recomendável que a mãe evite alimentos muito ácidos ou condimentados. O mesmo vale para bebês que já ingerem sólidos. Frutas ácidas, como abacaxi, morango, laranja e pera, podem favorecer as assaduras.
3. Como se deve tratar ?
Nos casos mais leves, o tratamento é o mesmo, independentemente da causa. Em primeiro lugar, lave bem a região com água morna e sabão neutro ao banhar o bebê. Durante as trocas de fralda, que devem se tornar ainda mais frequentes, faça a higiene com 120 ml de água morna e uma colher de sopa de bicarbonato de sódio. Procure não esfregar o algodão com muita força na hora da limpeza. Prefira batidinhas leves. Se for o caso, deixe eventuais excessos do creme de barreira, mas sem comprometer a qualidade da higiene. Antes de colocar a fralda, certifique-se de que o bebê está bem seco. Aliás, procure deixar a criança mais tempo sem fralda. Em casos mais graves ou persistentes, procure um médico. Ele pode prescrever pomadas específicas, como as antimicóticas, ou recomendar a troca do tipo ou da marca da fralda.
Fontes
Kerstin Taniguchi Abagge, pediatra, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria e professora assistente de Dermatopediatria do Departamento de Pediatria da Universidade Federal do Paraná; Ana Cristina Martins Loch, pediatra, médica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Para refletir.....
O caminho de volta
"Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.
Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!
Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra "fim". Antes dela, avistei a placa de "retorno" e nela mesmo dei meia volta.
Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.
Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).
Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz "a internet voltou!" já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.
Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.
Aí eu me lembro da placa "retorno" e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!" Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois". Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.
Texto:Téta Barbosa
Téta Barbosa é jornalista, publicitária.
"Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.
Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!
Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra "fim". Antes dela, avistei a placa de "retorno" e nela mesmo dei meia volta.
Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.
Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).
Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz "a internet voltou!" já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.
Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.
Aí eu me lembro da placa "retorno" e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!" Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois". Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.
Texto:Téta Barbosa
Téta Barbosa é jornalista, publicitária.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Pelúcia Minnie Mouse
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Naninha Girafa
Que tal uma Naninha muito fofa para o seu bebê?
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terça-feira, 23 de julho de 2013
Baby Bouquet Estela
Que mamãe não gostaria de ganhar este lindo presente para o seu bebê.
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sexta-feira, 19 de julho de 2013
Bolo de fraldas
Que tal um Bolo de Fraldas para presentear naquele Chá de Bebê do fim de semana?
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Parceiria e Modelos Diapers Cake Mall
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